TURISMO NO RIO DE JANEIRO

Cristo RedentosCorcovado / Cristo Redentor

O Cristo Redentor, símbolo da Cidade do Rio de Janeiro inaugurado em 12 de outubro de 1931, foi eleito como uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo Moderno.
Para se chegar ao Cristo pode-se fazer a viagem de bondinho em meio à mata atlântica e depois usar os modernos elevadores panorâmicos, escadas rolantes ou enfrentar os 220 degraus que levam ao pé da estátua. Pode-se ir de carro se preferir. Além de toda fé do povo carioca pode-se observas uma das mais completas vistas da “cidade maravilhosa”.

 

Lagoa Rodrigo de FreitasLagoa Rodrigo de Freitas

Abraçada pelo Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo de Freitas presenteia turistas e cariocas com um belo pôr-do-sol, além de abrigar em sua orla parques, quadras de esportes, rinque de patinação, heliporto, pista para caminhadas e corrida, ciclovia, pedalinho, bares e restaurantes distribuídos por quiosques.

 

 

MaracanãMaracanã

O maior estádio do mundo foi inaugurado na Copa do Mundo de 1950 e hoje comporta 114.145 torcedores. Seu nome oficial é Estádio Jornalista Mário Filho em homenagem a um dos mais importantes jornalistas brasileiros e fundador do Jornal dos Sports.
A visita guiada compreende o Hall da Fama, Calçada da Fama, Fotos Históricas e Vista Panorâmica.

 

Jardim BotanicoJardim Botânico

Fundado em 13 de junho de 1808 por D. João VI, príncipe regente na época, o Jardim Botânico foi criado com o objetivo de aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais. As primeiras plantas que chegaram, vieram das ilhas Maurício, entre elas estava a Palma Mater, uma das palmeiras imperiais mais antigas do Jardim.
Animais silvestres fazem parte do cenário ao som da melodia do canto de curiós e sabiás que habitam o lugar. Aproximadamente 8200 exemplares da coleção viva do jardim, as atrações ficam por conta de palmeiras imperiais e espécies em extinção, como o pau-brasil, o aracá amarelo e o pau mulato, os canteiros medicinais e os jardins japonenes, sensorial e rotário. O orquidário, é um espetáculo à parte. Seus três mil exemplares de 600 espécies diferentes deixam qualquer um sensibilizado pela sua rara beleza. Outras atrações são o bromeliário, com cerca de 1700 bromélias de diversas formações, o violetário, a estufa das plantas insetíforas - que capturam e digerem insetos, a coleção dos cactos, considerada uma das maiores do Brasil e a coleção de plantas medicinais. Uma parada obrigatória é visitação aos seis lagos do Jardim, que abrigam belíssimas espécies de vitórias régia, lótus, papirus e água-pé.
 

 

Pão de AçucarPão de Açúcar

Inaugurado no dia 27 de outubro de 1912, o bondinho do Pão de Açúcar é o primeiro teleférico instalado no Brasil e terceiro no mundo. Dividido entre o Morro da Urca (primeira parada – 220 metros acima do nível do mar) e Pão de Açúcar (segunda parada – 396 metros acima do nível do mar) é considerado um dos mais belos mirantes do Rio de Janeiro. Além de toda à paisagem o visitante conta com heliponto, restaurante panorâmico, lojas de lembranças do Rio e anfiteatro.

 

LapaLapa

Melhor representação da famosa boemia carioca, bairro revela também um dos mais ricos conjuntos arquitetônicos da cidade, o bairro da Lapa é um banho de história, abrigando os centenários Arcos da Lapa, o Passeio Público, a Escola Nacional de Música e a Igreja de N. Sra. da Lapa são verdadeiros ícones do Rio Antigo.
E quando a noite cai a Lapa mostra porque já se firmou como atração cultural da cidade. A Sala Cecília Meirelles, considerada a melhor casa de concertos de música de câmera do Rio, divide a rua com o bar Asa Branca, onde se encontra música popular e forró. Bares como o Semente e do Ernesto têm a manifestação mais carioca do samba, o chorinho. Para os fãs de rodas de samba, as dicas são o Emporium 100 e o Rio Scenarium, que durante o dia funcionam como antiquários. Os mesmos estilos musicais invadem também o Carioca da Gema, a Casa da Mãe Joana e o Dama da Noite. As batidas do house, techno e outras nuances modernas, além de shows de grandes artistas da MPB, encontram espaço na Fundição Progresso, e não raro, em eventos promovidos ao ar livre, usando sempre um dos arcos como teto e cenário para as performances.